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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Resumo - sociologia do trabalho

Sociologia do trabalho - tenta entender as relações entre a organização da atividade produtiva, o interesse dos empresários, as condições de trabalho e as consequências disso tudo para a sociedade.

Trabalho - é qualquer atividade que transforma a natureza.

Para Karl Marx o que diferencia o ser humano dos outros animais é a capacidade de produzir, dizia que o ser humano objetiva a natureza, pois o homem imprime sua própria marca na matéria-prima que transforma, o que para o trabalhador é motivo de realização pessoal.

Mais-valia - é o lucro do patrão, o trabalhador não sabe o próprio valor.

Alienação - o trabalhador não sabe da sua importância.

Valor de uso - é a importância da mercadoria, o que se pode efetivamente fazer com ela.

Valor de troca - o direito do consumidor, quanto a mercadoria vale no mercado.

Solidariedade mecânica - os indivíduos se diferenciam pouco uns dos outros.

Solidariedade orgânica - confere a todos os indivíduos, por mais diferentes que sejam uns dos outros, uma posição social bem definida.

Fordismo -  o trabalhador era integral, exercia todas as etapas da produção.

Taylorismo - especialização do trabalhador, cada um tinha uma função, aumento da produção.

Resumo - Educação Física: saúde

4 recomendações para a prática de exercícios físicos:
Usar roupas adequadas, beber bastante líquido, comer uma hora antes, fazer alongamentos antes e depois das atividades.

4 regras para uma alimentação saudável:
consumir verduras e legumes crus sempre que possível, as frutas devem fazer parte do cardápio, procurar diversificar a alimentação, fazer de quatro a seis refeições diárias.

3 benefícios da atividade física:
corrige a postura fortalecendo a musculatura, evita a insônia e reduz o colesterol ruim.

Sedentarismo - é a falta, ausência e /ou diminuição  de atividades físicas ou esportivas.

Hipertensão - doença crônica que apresenta aumento da pressão do sangue acima dos valores considerados normais.

Diabetes -  doença crônica caracterizada pala alta taxa de glicose (açúcar) no sangue.

Carboidrato -  produzem energia que o corpo necessita para viver.

Gordura -  são usadas para armazenar energia no corpo.

Vitaminas - auxiliam nas transformações químicas que ocorrem no nosso corpo.

Fibras -  são importantes para o funcionamento do intestino.

Proteínas -  são consideradas as construtoras do nosso corpo, ajudam no nosso desenvolvimento.

sábado, 22 de dezembro de 2012

A Trigonometria

O significado da palavra trigonometria (do grego trigonon, "triângulo", e metron, "medida") remete-nos ao estudo dos ângulos e lados dos triângulos - figuras básicas em qualquer estudo de Geometria.
Mais amplamente, usamos a trigonometria para resolver problemas geométricos que relacionam ângulos e distâncias. A origem desses problemas nos leva a civilizações antigas do Mediterrâneo e à civilização egípcia, em que eram conhecidas regras simples de mensuração e demarcação de linhas divisórias de terrenos nas margens dos rios. Há registros de medições de ângulos e segmentos datados de 1500 a.C. no Egito, usando a razão entre a sombra de uma vara vertical (gnomon) sobre uma mesa graduada. Algumas dessas medições encontram-se no Museu Egípcio de Berlim.
Também teria surgido no Egito um dos primeiros instrumentos conhecidos para medir ângulos, chamado groma, que teria sido empregado na construção das grandes pirâmides.
Os teodolitos - aparelhos hoje usados por agrimensores e engenheiros - tiveram sua "primeira versão" (com esse nome) no século XVI.
Durante muito tempo, a Trigonometria esteve ligada à Astronomia, devido à dificuldade natural que ela apresenta com relação às estimativas e cálculo de distâncias impossíveis de medir diretamente. A civilização grega, dando continuidade aos trabalhos iniciados pelos babilônios, deixou contribuições importantes nesse sentido. Por exemplo, a medição das distâncias entre o Sol e a Terra e entre o Sol e a Lua, feita por Aristarco, por volta de 260 a.C - mesmo que seus números estivessem muito longe dos valores modernos - e a medição do raio da Terra, feita por Eratóstenes, por volta de 200 a.C.
No entanto, o primeiro estudo sistemático das relações entre ângulos (ou arcos) num círculo e o comprimento da corda correspondente, que resultou na primeira tabela trigonométrica, é atribuído a Hiparco de Niceia (180-125 a.C), que ficou conhecido como o "pai da Trigonometria".
Somente no século XVIII, com a invenção do cálculo infinitesimal, a Trigonometria desvinculou-se da Astronomia, passando a ser um ramo independente e em desenvolvimento da Matemática.

Fonte: Livro de Matemática: Matemática Ciência e Aplicações
Atual Editora

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Arábia Islâmica

A construção do Estado árabe iniciou-se com Maomé (570-632), um mercador da cidade de meca que fundaria o islamismo, religião monoteísta cujos seguidores também são chamados de muçulmanos.
Segundo a tradição islâmica, aos 40 anos de idade maomé ou Muhammad ("o mais louvado") teria sido escolhido por Deus para ser o último profeta enviado à humanidade.
Quando iniciou suas pregações, Maomé dizia que os ídolos da Caaba (templo que reunia os ídolos das principais divindades cultuadas pelos árabes, na caaba também encontrava-se a pedra negra - provavelmente um pedaço de meteorito, que era venerada pelos árabes, que acreditavam ter sido milagrosamente trazida do céu por um anjo.) deviam ser destruídos, pois havia um só deus criador do universo, Alá. Isso provocou a reação dos sacerdotes de meca, já que, além de atacar a religião que eles representavam, o profeta poderia prejudicar o comércio gerado pelos rituais politeístas na cidade. Obrigado a deixar Meca em 622, Maomé refugiou-se em Yathrib (posteriormente denominada Medina, "a cidade do profeta"). Esse episódio é chamado de Hégira (palavra de origem árabe que significa "emigração") e marca o início do calendário muçulmano.
Maomé e seus seguidores difundiram a nova religião em Medina e organizaram um exército de fiéis. Em 630, conquistaram Meca e destruíram os ídolos da Caaba. A partir daí, o islamismo expandiu-se pela Arábia, e os diversos povos foram se unificando em torno da nova religião.
Assim, por meio da identidade religiosa, criou-se uma nova organização política e social entre eles e formou-se o Estado islâmico, de governo teocrático. Após a morte de Maomé, em 632, o Estado muçulmano passou a ser governado por califas (palavra de origem árabe que pode ser traduzida por "sucessor". Denominação atribuída aos líderes político-religiosos que sucederam Maomé.), que concentravam os poderes religioso, político e militar.

Fonte: Livro de História -> História Global - Brasil e geral - Gilberto Cotrim
Editora: Saraiva

Resumo - História: Grécia Antiga

Território grego - apresenta duas características físicas marcantes: as montanhas, que dominam cerca de 80% de seu território, e o mar, já que praticamente nenhum ponto fica distante de suas costa recortada.

A verdade é que nunca houve um Estado grego unificado. O que chamamos de Grécia Antiga não foi nada além de um conjunto de pólis, isto é, cidades independentes e, muitas vezes, rivais umas das outras. O que as integrava eram alguns elementos culturais comuns, que nos permitem falar na existência de uma civilização grega.

Os primeiros povos a habitarem a região foram os aqueus, os eólios, os jônios e os dórios.

Clã - uma grande família
Ghenos ou génos - grande comunidade formada por clãs.

Origem das grandes cidades gregas - os clãs cresceram, transformando-se numa grande comunidade chamada ghenos, que era comandada pelo patriarca (também chamado de pater-família ou baliseu). A união de ghenos (o que ocorria em casos de guerra, por exemplo) era chamada de frátria. As frátrias passaram então a unir-se, dando origem às tribos, que logo deram origem às grandes cidades gregas.

Pólis ou cidade-estado - cidades independentes, cada qual com seu próprio governo, leis, calendário, moedas...

Patriarca - também chamado de pater-família ou baliseu, cada gheno era comandada por um patriarca que administrava a terra e os instrumentos de trabalho que eram coletivos.

Esparta - O governo de Esparta tinha como um de seus principais objetivos fazer cidadãos modelos de soldados.

Atenas - O governo democrático, tinha como principal objetivo a formação de cidadãos.

Ilíada - retrata a Guerra de Tróia.
Odisséia - conta as aventuras de Ulisses quando retorna da Guerra de tróia.

Guerras Médicas - foram um grande conflito entre gregos e persas durante o século V a.C. Recebeu esse nome porque os gregos chamavam os persas de medos.

Guerra do Peloponeso - Deveria decidir qual das duas (Atenas ou Esparta) dominaria toda a Grécia.

A origem lendária de Roma

Uma lenda relatada pelo poeta romano Virgílio (70-19 a.C) conta que Roma foi fundada por dois irmãos gêmeos, Rômulo e Remo, netos do rei Numitor, de Alba Longa, cujo trono fora usurpado por Amúlio. De posse do trono, o usurpador ordenou que Rômulo e Remo, recém-nascidos, fossem colocados dentro de um cesto e lançados nas águas do rio Tibre, que corta a cidade de Roma.
Levado pela correnteza, o cesto navegou rio abaixo, encalhando junto ao monte Palatino. Ali, os dois irmãos foram encontrados por uma estranha loba, que os amamentou. Posteriormente, um pastor chamado Faustolo acolheu as duas crianças e cuidou de sua guarda e educação.
Quando adultos, Rômulo e Remo reconquistaram o trono de Alba Longa para seu avô. Receberam, então, permissão para fundar Roma na região onde a loba os havia encontrado, o que teria ocorrido em 753 a.C.
Para ficar com o reinado da cidade, Rômulo matou o irmão. Do nome Rômulo deriva a denominação Roma.

Fonte: Livro de História -> História Global - Brasil e Geral - Gilberto Cotrim
Editora: Saraiva

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Precisamos de Filosofia?

Certa vez, um deputado afirmou: " O aborto deve ser legalizado porque já é praticado". À primeira vista, pensamento verdadeiro; à segunda, uma falácia. Falácia é um pensamento falso: não é porque algo é praticado que pode ser legalizado. Fosse assim, a corrupção também poderia ser legalizada. Eis aí um exemplo do embate entre senso comum e filosofia.
Digamos que o senso comum fala a língua do deputado aí do exemplo, ao passo que a filosofia faz análise lógica do discurso, procurando, nele, aquilo que contraria as regras básicas do pensar correto. A lógica qualifica o raciocínio são.
O senso comum pode ser entendido como o saber da vida o qual vamos adquirindo espontaneamente, à medida que vamos vivendo. Ele pode ter erros tanto quanto a ciência, a filosofia, as artes, o mito, a tecnologia e a teologia, pois, igual a essas outras formas de conhecimento, ele é um produto humano, falível, passível de equívocos e enganos, impropriedades e incorreções.
De igual modo, não é porque nunca "provaram o contrário" que algo é verdadeiro (o fato de a infinitude do universo não ter sido provada não garante que o universo é finito). E não é porque um pensamento é atribuído a uma autoridade que esse pensamento é, apenas por isso, certo, verdadeiro e seguro.
É possível perceber a diferença entre tal senso comum e filosofia? O saber filosófico não aceita apressadamente conclusões tiradas após "exame de superfície" das coisas, fenômenos, acontecimentos, pessoas e relações. A filosofia busca a razão de ser de tudo pela raiz, o significado básico de tudo. O senso comum se contenta com afirmações do tipo que assegura que "manga com leite faz mal".
O que faz mal é a não alfabetização em filosofia. Ela submete o saber da vida ao crivo da razão crítica, fazendo-nos ir além do espontaneísmo, que não dá conta de causas e consequências, e do subjetivismo, que não explica os porquês do nosso dia a dia. É por essas e outras que precisamos de filosofia.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

A Rio-92

Em 1992, o Rio de Janeiro abrigou a Conferência das Nações Unidas sobre o Ambiente e o Desenvolvimento, ou Rio-92. Desse evento, que teve grande repercussão mundial, participaram representantes de 176 países e 1400 ONGs.
Da Rio-92, resultaram metas e compromissos, como a Agenda 21, a Convenção da Biodiversidade, a Convenção do Clima e a Declaração de Princípios sobre Florestas.
De acordo com a Agenda 21, a convenção ambiental do planeta não pode ser alcançada sem a erradicação da pobreza e a diminuição das desigualdades sociais. Além disso as gestões social, econômica e ambiental devem ser inter-relacionadas. Não basta, por exemplo, impedir que agricultores realizem queimadas. O trabalho de conscientização deve vir acompanhado de amparo técnico e financeiro, que possibilite a implantação de outros processos agrícolas sustentáveis e garanta renda e boas condições de vida a quem trabalha com a terra. Da mesma forma, a implantação de sistemas de coleta seletiva e reciclagem de lixo deve levar em conta a participação dos catadores de papel e de outros materiais recicláveis, de modo que esses trabalhadores sejam inseridos nos sistemas de direitos trabalhistas e de seguridade social, garantindo-lhes melhores condições de trabalho e de vida.

Entre os objetivos da Agenda 21, destacam-se:

  • universalização do saneamento básico e do ensino;
  • estratégias de combate à pobreza e a miséria;
  • viabilização de uma nova política energética, apoiada em fontes limpas e renováveis;
  • planejamento e uso sustentado dos recursos do solo, das formações vegetais e dos rios, lagos e oceanos;
  • conservação da biodiversidade;
  • redução da emissão de poluentes.

A Convenção da Biodiversidade refere-se à necessidade de conservação dos recursos biológico do planeta. Sua meta é conciliar o desenvolvimento com a proteção desses recursos, assim como preservá-los para as gerações futuras.
Estabelece a possibilidade de interação entre países em estagio diferenciado de desenvolvimento econômico. Os países desenvolvidos detêm tecnologia para realização de pesquisa e capital para garantir a conservação das reservas de biodiversidade existentes no planeta; os países subdesenvolvidos detêm maior biodiversidade. Nesse sentido, a Convenção estabelece repartição justa e equitativa dos benefícios da pesquisa dos recursos genéticos e divisão dos custos para sua preservação, que deveriam recair principalmente sobre os países mais desenvolvidos.
A Declaração de Princípios sobre Florestas reforça o direito soberano dos Estados de aproveitar suas florestas para atender às necessidades de desenvolvimento, com a recomendação de que sejam utilizadas de modo sustentável.
A Convenção do Clima estabeleceu pela primeira vez a discussão sobre o combate às mudanças climáticas. Resultante da Rio-92, essa Convenção entrou em vigor em 1994, quando pela primeira vez governantes de 182 países firmaram o compromisso de diminuir as emissões de gás carbônico (CO2). No entanto, somente em 1997, por meio do Protocolo de Kyoto, foram definidas as metas de redução das emissões a serem cumpridas. Conforme esse acordo internacional, os países desenvolvidos deveriam reduzir em 5,2% as emissões de CO2, em relação ao total emitido em 1990.

Fonte: Livro de Geografia -> Território e Sociedade - No Mundo Globalizado
Editora: Saraiva

Resultados da Rio-92

Agenda 21 -  Conjunto de 2500 recomendações sobre como atingir o desenvolvimento sustentável, incluindo determinações que preveem a ajuda de nações ricas a países pobres.

Convenção da Biodiversidade -  Estabelece metas para preservação da diversidade biológica para a exploração sustentável do patrimônio genético, sem prejudicar ou impedir o desenvolvimento de cada país.

Convenção do Clima - Estabelece estratégias de combate ao efeito estufa. A convenção deu origem ao Protocolo de Kyoto, pelo qual as nações ricas devem reduzir suas emissões de gases que causam o aquecimento anormal da Terra.

Declaração de princípios sobre florestas -  Garante aos Estados o direito soberano de aproveitar suas florestas de modo sustentável, de acordo som suas necessidades de desenvolvimento.

Genética - Mande bem no Enem - Trecho da Vídeo Aula



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Resumo - Redação

Texto literário - É um texto subjetivo que leva o leitor a refletir no que o autor deseja transmitir.
Texto não literário - a finalidade é apenas informar algo.
Linguagem - é todo sistema organizado de comunicação.
Linguagem Coloquial - é bastante informal, incorpora gírias e expressões populares e não obedece, necessariamente, às regras da gramática normativa.
Linguagem Culta - é mais formal e segue os princípios da gramática normativa.
Referente - assunto da comunicação, que pode ser verbal ou não-verbal.
Mensagem - conteúdo da comunicação recebido ou transmitido (resumo da história).
Emissor - pessoa que transmite a mensagem.
Receptor - pessoa que recebe a mensagem.
Código - Linguagem utilizada na comunicação (Língua Portuguesa).
Canal - veículo através do qual a mensagem é transmitida (voz, placas, textos, etc).
Função Emotiva - envolvimento pessoal do emissor, que comunica sentimentos, emoções, opiniões, etc.
Texto escrito sempre em primeira pessoa.
Função Referencial - o objetivo dessa função é transmitir uma informação direta.
Função Apelativa - busca alterar o comportamento do leitor, uso de verbo no modo imperativo, expressa uma ordem.
Função Fática - essa função tem o objetivo de iniciar, prolongar ou terminar um diálogo.
Função Metalinguística - definição de palavras, é explicar uma palavra da nossa língua ou código.
Função Poética - poemas em 3ª pessoa, mensagem artística, apresenta rima e preocupação com a construção da mensagem.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

O desenvolvimento sustentável

O conceito de desenvolvimento sustentável foi apresentado pela primeira vez em 1987, com a divulgação do relatório Nosso Futuro Comum ou relatório Brundtland, na Assembleia Geral da ONU. A Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, responsável pela elaboração do documento, foi presidida pela primeira-ministra da Noruega na época, Gro Harlem Brundtland.

Esse relatório é o mais importante resultado dos debates internacionais e dos grupos de trabalho criados a partir da Conferência de Estocolmo, e aponta para mudanças necessárias para que o desenvolvimento possa ocorrer de forma sustentável.

O desenvolvimento sustentável parte do princípio de que o atendimento às necessidades das populações, no presente, não deve comprometer os padrões de vida das gerações futuras. A utilização de recursos deve ocorrer de acordo com a capacidade de reposição da natureza, de modo que o crescimento econômico não agrida violenta e irreparavelmente os ecossistemas e possa, ao mesmo tempo, equacionar problemas sociais.

A viabilização do desenvolvimento sob essa ótica exige o estabelecimento de políticas governamentais e de ações empresariais e da sociedade civil; exige a elevação do nível de vida de parte significativa da população que vive em condições subumanas; exige, por fim, a modificação dos padrões de consumo das sociedades do mundo desenvolvido, as quais devem diminuir a demanda por recursos da natureza e a produção de resíduos sólidos, líquidos e gasosos.

Ao analisar os padrões de crescimento econômico e o modelo de desenvolvimento capitalista, que supõe o aumento constante da produção de mercadorias e da geração de serviços, a expressão "desenvolvimento sustentável" parece contraditória. "Desenvolver", na concepção do sistema capitalista, quase sempre significou crescer economicamente explorando ao máximo os recursos da natureza, sem se preocupar com os danos causados por esse crescimento em relação à geração de dejetos de lixo.

Um modelo de desenvolvimento cuja prioridade seja a diminuição da pobreza e da desigualdade social e a conservação do ambiente exige mudanças nos mecanismos de distribuição da riqueza gerada pelo crescimento econômico. Essas mudanças, por sua vez, exigem alterações nas relações de trabalho, na estrutura fundiária, na arrecadação de impostos e na aplicação dos recursos governamentais, sobretudo nos países subdesenvolvidos. Exigem, também, estímulo ao desenvolvimento e uso de fontes renováveis e limpas de energia, modificações nos atuais padrões de produção, seja na agricultura, que utiliza agrotóxicos em larga escala, seja na indústria, que lança milhares de toneladas de dejetos no meio ambiente.

Fonte: Livro de Geografia -> Território e Sociedade - No mundo Globalizado 
Editora: Saraiva  

Resumo - Geografia: Relevo

Relevo - forma como as composições rochosas se apresentam na superfície.
Geomorfologia - ciência que estuda as formas do relevo.
Erosão - processo natural que se completa em três etapas: desgaste, transporte e acúmulo de sedimentos.
Intemperismo - conjunto de processos que gera a desagregação física e a decomposição química dos minerais das rochas.
Erosão pluvial - deslizamentos que ocorrem nas encostas dos espaços urbanos que são ocupados por moradias.
Erosão fluvial - o leito do rio é ampliado gradativamente.
Abrasão marinha - desgaste dos costões do relevo litorâneo.
Erosão glaciária - provocada pelo deslocamento das geleiras.
Erosão eólica - a ação dos ventos no relevo.
Formas de relevo - cadeias de montanhas, planaltos, depressões e planícies.
Cadeias de montanhas - grandes elevações da superfície, apresentam relevo acidentado, encostas íngremes e vales profundo.
Planaltos - apresentam altitudes e formas variadas, elevações com um extenso topo plano.
Depressões - podem estar abaixo do nível do mar, geralmente encaixadas em regiões de planaltos.
Planícies - áreas relativamente planas, formadas pela deposição de sedimentos.
Relevo do Brasil - é resultado da atuação de agentes internos e externos, a estrutura geológica do Brasil é bastante antiga e os processos que modelaram as formas do nosso território são recentes.
Projeto Radambrasil - constituiu um extenso levantamento dos recursos naturais e geológicos brasileiros, que possibilitou o mapeamento de todo o território nacional.
Depressões no Brasil - definidas como terrenos relativamente inclinados.
Planaltos no Brasil - apresentam superfícies irregulares planas ou acidentadas.
Planícies no Brasil - situadas em áreas mais restritas e sujeitas a inundação.


segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Resumo - Filosofia

O que é filosofia?
Apesar de não existir um conceito único, devemos atentar para o seu fundamento primordial que é a procura constante de conhecimento e não a sua posse.

Origem do nome filosofia (etimologia)
A origem do nome filosofia é grega, sendo: (philos = amigo; sophia = sabedoria).

A diferença entre "filosofias" (senso comum) e filosofia (ciência)
"Filosofias" (senso comum) - Em sentido amplo as "filosofias" estão relacionadas a uma ligação de saber que se percebe como sendo mais relevante, relativo as coisas mais fundamentais, embora menos diretamente úteis, um simples saber empírico (experimental), ou um saber ligado a produções de coisas indispensáveis para a sobrevivência. Exemplo: "filosofia" de trabalho, "filosofia" de vida, "filosofia" do futebol, "filosofia" hindu ou chinesa, "filosofia" religiosa etc.
Filosofia (ciência) - Em sentido estrito, filosofia relaciona-se com: um saber de "todas as coisas", um saber universal; num certo sentido, nada está fora do campo da Filosofia; é um saber pelo saber; um saber livre, e não um saber que se constitui para resolver uma dificuldade de ordem prática; é um saber pelas causas, e um saber pelas causas envolve o exercício da razão, e esta envolve a crítica: o saber filosófico é, pois, um saber crítico.

Tipos de pensamento
Pensamento comum - não exige reflexão ou questionamento;
Pensamento crítico - baseia-se na comprovação científica e exige o questionamento constante.

Reflexão Filosófica
A palavra reflexão vem do verbo latino reflectere que significa voltar atrás. Filosofar, portanto, significa: estar atento, analisar com cuidado, examinar, revisar, reconsiderar os dados disponíveis, retomar etc.
Observação: a reflexão só é considerada filosófica se atender a um determinado quantitativo de exigências. Porém, podemos resumir esse quantitativo em três exigências fundamentais, que são: exigência radical, exigência religiosa e exigência de conjunto.

Algumas definições importantes
Mito - É uma história inventada de alguma(s) pessoa(s) ou coisa(s) que existe(m);
Lenda - É uma história inventada de alguma(s) pessoa(s) ou coisa(s) que não existe(m)
Fábula - História(s) sobre animal(is) ou coisa(s) com atribuição(ões) humana(s) para trazer(em) mensagem(ns) às pessoas;
Invencionice - Algo que inventamos sobre nós, quando criamos histórias para obtenção de fama;
Teoria - Algo ou projeto concebido em nossa mente;
Comprovação - É o resultado da teoria, o teste que a teoria faz.




Anorexia x Bulimia

Anorexia

Transtorno alimentar caracterizado por um grande temor de ganhar peso, ainda que o paciente esteja muito abaixo do peso ideal.
Sintomas - queda de cabelo e da temperatura do corpo, ressecamento das unha, perda de tecidos ósseos e irregularidades cardíacas.
Tratamento - o anoréxico passa por terapia individual, terapia em grupo e terapia familiar, a meta é aumentar gradualmente a quantidade de alimento ingerido.

Bulimia

Transtorno alimentar caracterizado pelo ciclo formado por uma etapa de grande ingestão de alimentos e outra de compensação ou purgação, onde força-se a eliminação da comida ingerida, através de vômitos, laxantes ou diuréticos.
Sintomas - osteoporose, dores abdominais, inflamações anais e descontrole intestinal.
Tratamento - é direcionado para o estabelecimento de um comportamento alimentar adequado, isto implica na extinção de regimes e dietas restritivas.

Outros processos de formação de palavras

Hibridismo
É a formação de novas palavras a partir da união de radicais de idiomas diferentes. Por exemplo: automóvel, sociologia, sambódromo, burocracia.

Onomatopéia
Consiste em criar palavras, tentando imitar sons da natureza. Por exemplo: Zum zum, cri cri, tique-taque, pingue-pongue.

Abreviação Vocabular
Consiste na eliminação de um segmento da palavra, a fim de se obter uma forma mais curta. Por exemplo: de extraordinário, forma-se extra; de telefone, fone; de fotografia, foto; de cinematografia, cinema ou cine.

Siglas
As siglas são formadas pela combinação das letras iniciais de uma sequência de palavras que constitui um nome. Por exemplo: IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística); IPTU (Imposto Predial Territorial e Urbano).

Neologismo Semântico
Forma-se uma palavra por neologismo semântico, quando se dá um novo significado, somando ao que já existe. Por exemplo: a palavra legal significa dentro da lei; a esse significado somamos outro: pessoa boa, pessoa legal.

Empréstimo linguístico
É o aportuguesamento de palavras estrangeiras. Por exemplo: estresse, estande, futebol, bife, show, xampu, shopping center.

Neologismo
São palavras criadas recentemente ou usadas com u novo significado, para atender às necessidades de expressão dos usuários da língua. Por exemplo: internauta, deletar...

domingo, 16 de dezembro de 2012

Tecido Epitelial Glandular

Compõe as glândulas, estruturas especializadas em produzir e eliminar secreções. São de três tipos:

Glândulas endócrinas - As secreções por ela formada, são sanguínea, por isso não possuem dutos. Essas secreções são os hormônios.

Glândulas exócrinas - Apresentam dutos que lançam sua secreção para fora do corpo (glândulas sudocíporas, lacrimais, mamárias e sebácias.)

Glândulas Mistas - Apresentam regiões endócrinas e exócrinas ao mesmo tempo. Ex: o pâncreas - secreta ao mesmo tempo substâncias como as enzimas digestivas, e também secreta hormônios.

FÍSICA - Plano Inclinado: Sem Atrito

Uma vídeo-aula para ajudar quem está com dificuldade em física.



Tales de Mileto

Filósofo pré-socrático considerado pai da filosofia ocidental. Descendente de fenícios, ele nasceu em uma ancestral colônia da Grécia, Mileto, localizada na Ásia Menor, atualmente conhecida como turquia, aproximadamente entre 624 e 625 a.C.

Tales, supostamente um dos sete sábios da Antiga Grécia, instituiu a Escola Jônica e estabeleceu sólidos conhecimentos sobre a verdade, a totalidade, a ética e a política, temas ainda atuais em nossos dias. Suas reflexões giravam em torno da 'natureza', de seus quatro elementos fundamentais, terra, ar, fogo e água. Ele era um monista, ou seja, acreditava que tudo era constituído por uma substância primordial, neste caso, a água. Assim sendo, toda a vida teria se originado dela, embora seus discípulos divergissem quanto a ser este corpo a natureza essencial que a tudo permeia.

Seus principais seguidores foram Anaxímenes, que via no ar a essência primitiva, e Anaximandro, que mantinha a crença em uma infinitude de esferas em constante interação. os mais importantes divulgadores de sua obra, uma vez que ele nada escreveu sobre seus pensamentos, foram Aristóteles, Platão e Diógenes Laércio.

Tales era um filósofo visionário, que percebia a realidade muito além de seu tempo. Vivendo 2460 anos antes de Charles Darwin, afirmava que o mundo teria evoluído da água por processos naturais. Ele caminhava em todas as direções do conhecimento, da geometria aprendida inicialmente no Egito, por ele transmitida para os gregos, ao uso do relógio solar para dimensionar o tempo; da percepção das diferentes estações do ano, aos estudos sobre a alma humana. Foi também o pioneiro na compreensão do eclipse solar, chegando a prever um destes fenômenos.

Envolveu-se igualmente em experiências inovadoras com o magnetismo, que na sua época representava apenas uma mera curiosidade em torno de matéria-prima constituída de ferro. Ele foi um dos primeiros estudiosos a rejeitar a visão religiosa dos gregos antigos, que viam nos componentes da Natureza, como o Sol, a Lua, e outros, elementos sagrados, deuses a serem reverenciados.

Tales de Mileto e outros integrantes da Escola Jônica percebiam a constante transmutação das coisas, que se convertiam umas nas outras. Sendo assim, ele concluía que tudo partia de um princípio basilar, conhecido também como arché. Ele procurava, assim, uma nova compreensão do universo, através da razão e da experiência, rompendo com o ponto de vista meramente religioso.

Resumo - Literatura

O que é literatura?
É uma das formas de expressão artística do ser humano, assim como a dança, a pintura, a escultura etc.

Texto literário - É um texto subjetivo que leva o leitor a refletir no que o autor deseja transmitir, despertando no interlocutor sentimentos e emoções, com vistas a oferecer uma multiplicidade de interpretações.

Características do texto literário - Ele é plurissignificativo, é subjetivo, aborda o sentido conotativo, leva o leitor a refletir na mensagem.

Texto não literário - Tem a função utilitária de informar, explicar, convencer, responder, ordenar, etc. A finalidade é apenas informar algo, tal qual se encontra no discurso apresentado, isento de marcas pessoais, opiniões, juízos de valor e sobretudo, de traços ligados a subjetividade.

Intertextualidade - É  o diálogo de um texto com outro texto; é quando um texto está presente em outro de forma mais ou menos reconhecível.

Tipos de intertextualidade:
 
     Estrutural - é quando dois textos apresentam a mesma estrutura, possuem modelos próprios.
ex: receita, gibi etc.
     Temática - são textos que abordam o mesmo assunto, o mesmo tema.
     Referencial - quando um texto cita outro texto.



sábado, 15 de dezembro de 2012

Tipos de tecido

Tecido epitelial - Revestimento da superfície externa do corpo, órgãos e as cavidades corporais internas, formado por células regulares e justapostas, não  estão mergulhadas em material intercelular. Desempenham várias funções no organismo, como a proteção do corpo, absorção de substâncias e percepções de sensações da pele. São de dois tipos: epitélios de revestimento e epitélios glandular.

Tecido conjuntivo - As células são relativamente poucas, muito separadas umas das outras, mergulhadas em uma substância intercelular produzidas por elas mesmas, a grande quantidade dessa substância é a principal característica do tecido conjuntivo. Desempenham funções de preenchimento de espaços entre órgãos, função de sustentação, função de defesa e função de nutrição, envolve e protege os órgãos, pode ser: tecido conjuntivo propriamente dito, tecido conjuntivo cartilaginoso, tecido conjuntivo ósseo, tecido cartilaginoso sanguíneo e tecido adiposo.

Tecido muscular - permite os movimentos do esqueleto e de órgãos internos, dessa forma sua função é formar o musculos. São de dois tipos: tecido muscular estriado e tecido muscular liso.

Tecido nervoso - recebe estímulos externos e internos do organismo e responde a eles, a célula básica do tecido nervoso é o neurônio. O neurônio tem a função de captar, conduzir e transportar estímulos nervosos.

O uso dos porquês

Por que -> usa-se em perguntas diretas e indiretas que equivalem a por qual motivo ou por qual razão. É mais utilizado no início de frases interrogativas.

Porque-> funciona como explicação em uma resposta.

Por quê -> usa-se somente no final das frases interrogativas.

Porquê -> emprega-se como substântivo, precedido de artigo ou pronome. Equivale-se a motivo, causa e razão.
Ex: Quero saber o porquê de tanta bagunça.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

A filosofia de Rousseau

A filosofia de Jean-Jacques Rousseau tem como essência a crença de que o Homem é bom naturalmente, embora esteja sempre sob o jugo da vida em sociedade, a qual o predispõe à depravação. Para ele o homem e o cidadão são condições paradoxais na natureza humana, pois é o reflexo das incoerências que se instauram na relação do ser humano com o grupo social, que inevitavelmente o corrompe.
É assim que o Homem, para Rousseau, se transforma em uma criatura má, a qual só pensa em prejudicar as outras pessoas. Por esta razão o filósofo idealiza o homem em estado selvagem, pois primitivamente é generoso.
Ele estabelece três etapas evolutivas na jornada do homem. O primeiro estágio refere-se ao homem natural, subjugado pelos instintos e pelas sensações, sujeito ao domínio da natureza; o segundo diz respeito ao homem selvagem, já impregnado por confrontos morais e imperfeições; segue-se, então o terceiro, a condição do homem civilizado, marcada por interesses privados, que sufocam sua moralidade.